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Políticos de MT foram ao Rio em ato pró-anistia com Bolsonaro

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Políticos de MT foram ao Rio em ato pró-anistia com Bolsonaro

Políticos de Mato Grosso marcaram presença em ato promovido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em que se pede anistia para os condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) pela tentativa de golpe de Estado em 8

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Por Rafael Zaion

Publicado em 17/03/20252 min de leitura

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Políticos de MT foram ao Rio em ato pró-anistia com Bolsonaro

Políticos de Mato Grosso marcaram presença em ato promovido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em que se pede anistia para os condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) pela tentativa de golpe de Estado em 8 de janeiro de 2023.

Entre eles, o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União) e a primeira-dama Virginia Mendes, o prefeito de Cuiabá Abilio Brunini (PL), o secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia (UB), deputado Coronel Assis (UB), deputado federal José Medeiros (PL), vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), prefeito de Rondonópolis, Claudio Paisagista (PL) e outros.

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Em discurso em carro de som em Copacabana, Bolsonaro disse a seus apoiadores que “não vai sair do Brasil. Ele também afirmou que será um problema “preso ou morto”. Também criticou o governo Lula (PT) e disse que “eles não derrotaram e nem derrotarão o bolsonarismo”.

“Não vou sair do Brasil. A minha vida estaria muito mais tranquila se eu tivesse do lado deles. Mas escolhi o lado do meu povo brasileiro. Tenho paixão pelo Brasil”, disse ele. Bolsonaro também insinuou que sua campanha na disputa de 2022 foi prejudicada por ações de Alexandre de Moraes, presidente do TSE na época. “Não podia colocar imagem do Lula com ditadores do mundo todo”, disse ele.

Acrescentou que o pleito de 2026 “será conduzido com isenção” e que “eleições sem Bolsonaro é negar democracia no Brasil”. Na disputa do ano que vem, o ministro Kassio Nunes Marques, indicado para o STF por Bolsonaro, será o novo presidente do TSE. Inelegível, Bolsonaro chegou a dizer que tinha nomes do seu grupo político para a presidência, ao contrário “do outro lado”, mas, em seguida, repetiu que estaria disposto a concorrer. “Eleições sem Bolsonaro é negar a democracia no Brasil. Se eu sou tão ruim assim, me derrote”, afirmou ele.

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