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Polícia Civil indicia homem que matou mulher na UFMT por feminicídio e estupro

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Polícia Civil indicia homem que matou mulher na UFMT por feminicídio e estupro

A Polícia Civil de Mato Grosso indiciou, nesta terça-feira (23.9), o homem suspeito de matar Solange Aparecida Sobrinho, de 52 anos, pelos crimes de estupro e homicídio qualificado na forma de feminicídio. Ele também é

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Por Rafael Zaion

Publicado em 24/09/20253 min de leitura

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Polícia Civil indicia homem que matou mulher na UFMT por feminicídio e estupro

A Polícia Civil de Mato Grosso indiciou, nesta terça-feira (23.9), o homem suspeito de matar Solange Aparecida Sobrinho, de 52 anos, pelos crimes de estupro e homicídio qualificado na forma de feminicídio. Ele também é apontado como um estuprador em série.

Investigadores da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) reuniram elementos consistentes, como laudos periciais, exames de DNA e oitivas de testemunhas, que apontam a prática de violência sexual contra a vítima, que foi seguida pelo feminicídio.

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Segundo o delegado Bruno Abreu, responsável pela condução do inquérito policial, diante da gravidade concreta dos fatos e da periculosidade do investigado, também foi feita a representação junto ao Poder Judiciário pela conversão da prisão temporária em prisão preventiva, medida considerada como necessária para a garantia da ordem pública e para a continuidade das investigações.

“A Polícia Civil de Mato Grosso reafirma seu compromisso no combate à violência contra a mulher e seguirá empenhada na elucidação completa dos crimes, bem como na responsabilização de seus autores”, enfatizou o delegado.

Crime e prisão

Solange Aparecida Sobrinho foi assassinada no dia 23 de julho, em uma área desativada do campus da Universidade Federal de Mato Grosso, em Cuiabá. A vítima foi abordada pelo suspeito, estuprada e, em seguida, assassinada.

Amostras coletadas pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) encontraram vestígios de DNA masculino no corpo de Solange, inclusive por debaixo das unhas, e também em uma bituca de cigarro.

As investigações da DHPP e as análises da Politec identificaram o DNA do suspeito como sendo o mesmo encontrado em outros dois estupros e um feminicídio na capital.

O primeiro crime, que envolveu feminicídio e estupro, foi cometido no ano de 2020, no bairro Parque Ohara. O segundo estupro foi praticado no ano de 2021, no Bairro Tijucal. O terceiro estupro ocorreu em 2022, no bairro Jardim Leblon.

Durante a consulta aos sistemas de segurança pública, foi encontrado o nome do suspeito, que havia sido preso por ter cometido o estupro ocorrido no Bairro Tijucal, em 2021. Com a identificação, o estuprador em série foi preso pela DHPP no dia 29 de agosto, no interior da própria Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), possivelmente buscando outra vítima.

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