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Operação de máquinas e drones são os cursos com mais demanda no Senar Mato Grosso

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Operação de máquinas e drones são os cursos com mais demanda no Senar Mato Grosso

Líder em produção de grãos e carne bovina, Mato Grosso enfrenta dificuldades com mão de obra qualificada. O Senar Mato Grosso conta hoje com 190 cursos divididos por área e promoção social, e segundo o

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Por Rafael Zaion

Publicado em 15/03/20243 min de leitura

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Operação de máquinas e drones são os cursos com mais demanda no Senar Mato Grosso

Líder em produção de grãos e carne bovina, Mato Grosso enfrenta dificuldades com mão de obra qualificada. O Senar Mato Grosso conta hoje com 190 cursos divididos por área e promoção social, e segundo o superintende da entidade, José Fidelis, as capacitações voltadas para a operação de máquinas e drones são as mais demandadas.

As ações voltadas para a capacitação no campo são os assuntos do bate-papo desta quinta-feira (14) do programa Direto ao Ponto.

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“A questão de operação é o mais pedido para nós, até por ser uma questão de tecnologia”, frisa José Fidelis.

Conforme o superintendente, o curso voltado para drones do Senar Mato Grosso é focado na tecnologia convencional, para monitoramento, medição.

No caso de operação de máquinas, e que estão passando por mudanças, estão os cursos para operador de trator, colheitadeira alto propelido de sólidos e líquido. Profissionais capacitados mais demandados pelo campo.

“Nós temos uma necessidade de operador de equipamentos. Isso é uma demanda muito grande, porque tem muita rotatividade. Para podermos ter uma mão de obra mais qualificada é um curso acima de 240 horas”, salienta.

Mais do que obrigatoriedade

O superintendente do Senar Mato Grosso recorda que até pouco tempo atrás as capacitações buscadas, em especial as ligadas as NRs, eram por uma questão de regulamentação ou colocar o trabalhador dentro da obrigatoriedade do Ministério do Trabalho, para que o mesmo estivesse apto para exercer a sua função.

Entretanto, de acordo com José Fidelis, na atual conjuntura os papeis estão de invertendo.

“Essa questão da obrigatoriedade do Ministério do Trabalho está mudando o foco para a capacitação efetiva do trabalhador. E por essa questão de tecnologia, nós estamos tendo uma grande dificuldade. E não é só nós. O comércio, a indústria [também]. Nós temos conversado com os outros S do sistema e federações, é uma preocupação de Mato Grosso pela pouca população que tem”.

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